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Archive for the ‘Um pouco de tudo…’ Category

MEU DOMINGO

 

Domingo…mais um lindo dia.

A mim nao importa se chove ou faz sol, o que me importa de verdade, É saber que terei mais uma oportunidade de ser feliz, de viver, de abraçar os meus, sentir o carinho e o calor de quem quero bem e de quem me quer bem. Fazer aquilo que gosto. Nas manhãs o rádio e seus milhares de ouvintes me fazem feliz, falo, brinco, ouço lindas musicas, dou largas gargalhadas. Nas tardes a familia e os amigos, e a noite o conforto e a segurança do lar…

Neste  momento em que escrevo, estou na primeira etapa do meu domingo, estou muito bem, tranquilo, feliz, e me sinto importante, por que tenho a certeza que muitos me ouvem atravéz das ondas magníficas do rádio que mudam, transformar em terapia uma simples música, ou uma palavra de alegria, apoio ou amizade. 

E assim aguardo anciosamente os domingos pra viver a emoção e a magia que se transforma em combustível para semana que logo brota cheia de desafios e oportunidades.

Mário Quintana escreveu um dia….

“Ás vezes a gente pensa que está escrevendo bobagens e está fazendo poesia.”

Por isso escrevo sem mais esperar.

Bom domingo a todos.

NILO DEITOS

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Aprendi que…

Aprendi que, por pior que seja um problema ou uma situação, sempre existe uma saída.

Aprendi que é bobagem fugir das dificuldades. Mais cedo ou mais tarde, será preciso tirar as pedras do caminho para conseguir avançar.

Aprendi que, perdemos tempo nos preocupando com fatos que muitas vezes só existem na nossa mente.

Aprendi que, é necessário um dia de chuva, para darmos valor ao Sol. Mas se ficarmos expostos muito tempo, o Sol queima.

Aprendi que , heróis não são aqueles que realizaram obras notáveis. Mas os que fizeram o que foi necessário, assumiram as conseqüências dos seus atos.

Aprendi que, não vale a pena se tornar indiferente ao mundo e às pessoas. Vale menos a pena, ainda, fazer coisas para conquistar migalhas de atenção.

Aprendi que, não importa em quantos pedaços meu coração já foi partido. O mundo nunca parou para que eu pudesse consertá-lo.

Aprendi que, ao invés de ficar esperando alguém me trazer flores, é melhor plantar um jardim.

Aprendi que, amar não significa transferir aos outros a responsabilidade de me fazer feliz. Cabe a mim a tarefa de apostar nos meus talentos e realizar os meus sonhos.

Aprendi que, o que faz diferença não é o que tenho na vida, mas QUEM eu tenho. E que, boa família são os amigos que escolhi.

Aprendi que, as pessoas mais queridas podem às vezes me ferir. E talvez não me amem tanto quanto eu gostaria, o que não significa que não me amem muito, talvez seja o Máximo que conseguem. Isso é o mais importante.

Aprendi que, toda mudança inicia um ciclo de construção, se você não esquecer de deixar a porta aberta.

Aprendi que o tempo é muito precioso e não volta atrás. Por isso, não vale a pena resgatar o passado. O que vale a pena e construir o futuro.

 O meu futuro ainda está por vir. Foi então que aprendi que devemos descruzar os braços e vencer o medo de partir em busca dos nossos sonhos.

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O TEMPO PASSOU E ME FORMEI EM SOLIDÃO

           José Antônio Oliveira de Resende – Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João del-Rei.

          Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite. Ninguém avisava nada, o costume era chegar de paraquedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um. – Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre. E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia. – Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!

          A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando- nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro… casa singela e acolhedora. A nossa também era assim. Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. 

          Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia: – Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa. Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite… tudo sobre a mesa. Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também.

         Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança… Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam…. era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade...

          Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa.. A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, t ambém ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos… até que sumissem no horizonte da noite.

          O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, e-mail… Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa: – Vamos marcar uma saída!… – ninguém quer entrar mais. Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores. Casas trancadas.. Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos do leite…

         Que saudade do compadre e da comadre!

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Reunião interna define Comissões Permanentes do Legislativo Palmense

 

Em reunião no gabinete do Presidente Leonardo Maito, aconteceu nesta segunda-feira dia 10 de janeiro, a reunião que determinou as comissões permanentes da Câmara Municipal de Palmas. A reuniao transcorreu normalmente e por aclamação as comissões foram formadas e assim ficaram definidas.

Comissão de Legislação, Justiça e Legislação

Presidente – Nestor Miquilita

Secretario – Luiz Otavio Sendeski

Relator  – Cézar Pacheco Baptista

 

Comissão de Orçamento

Presidente – Vanderlei Roberto Silva

Secretario – Vilmar Borges

Relator – Claudio de Oliveira

 

Comissão de Mérito

Presidente – Nilo Deitos

Secretário – Vanderlei Roberto Silva

Relator – Joana D’arc

 

Durante a reunião foi discutido e decidido por unanimidade e deverá entrar em pauta apartir da volta do recesso parlamentar, projeto que preve a criação de uma nova comissão permanente na Câmara de Palmas. Deverá ser criada a Comissão de Ética, que terá como objetivo analisar a ética parlamentar durante as seções e também fora delas, no convivio na comunidade.

Os trabalhos do legislativo palmense, tem início dia 01 de fevereiro, quando termina o recesso parlamentar, as seções acontecem às segundas-feira a partir das 19:00 hrs, e são transmitidas ao vivo através da Rádio Club de Palmas, e pode ser acompanhada através do site www.redebomjesus.com.br no link Radio Club AM.

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POLITICA

 

AMIGOS

 

Hoje conversando com um amigo, atravez da maior descoberta de todos os tempos, o computador, falavamos sobre politica. Discutiamos, as possíveis possibilidades de mudarmos os rumos da vida pública, de nosso país a começar por nossa casa, trabalho, municipio.

Entao escrevi algo que quero compartilhar com todos aqueles que desejam o mesmo, e acreditam que podem fazer algo por seus municípios, estados e País.

Uma simples frase que pode nos entusiasmar e nos fortalecer em nossos interesses de sermos realmente um PAÍS REALIZADO e verdadeiramente feito para os seus cidadãos, incentivando quem acredita que pode ser um agente da mudança.

” ESTAMOS SUJEITOS À POLÍTICA, PORQUE NAO SERMOS OS SUJEITOS DA POLITICA BRASILEIRA.”

Abraço Márcio, abraço a todos.

NILO DEITOS 

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2010

 

 

Bah!!! 2010 ta aí

 

Mais um ano se finda

e um novo se apresenta.

As mesmas propostas;

As mesmas ações;

Os mesmos desejos.

Fazemos propostas,

Desejamos e agimos da mesma forma.

Sempre igual.

Não mudamos em nada

E sempre encontramos algo

que nos ajude a explicar

nossas mesmisses

nossa falta de arrojo

falta de iniciativa

O medo de mudar

O receio do novo.

E  sempre no fim de cada ano

vem as idênticas formas de desejos e esperanças…

O ano novo vai ser melhor,

Ano novo, vida nova.

Mudemos, façamos diferente

inovemos, desatemos o nó da mesmisse

criemos a coragem necesaria pra cumprirmos

tudo o que nos propomos a cada fim de ano.

aí entao

tudo vai mudar e ser melhor…

ABRAÇO

NILO

 

 

 

 

 

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Mesa de Honra com a presença do Prefito Municipal Dr. Hilario Andrascko, Major Marco Aurélio comandante da 15 Cia de Eng. e Combate, da Magnífica Reitora do UNICS. e Vereadores.

          Aconteceu nas dependências da Câmara Municipal de Vereadores de Palmas, na noite do dia 26 de novembro Seção Solene de entraga de Titulos de Cidadania.

              Os agraciados e reconhecidos Cidadãos Palmenses, foram as poetizas responsáveis pela criação e composição do Hino de Palmas, Dayse Serpa, Lucy Bortolini Nazaro, Terezinha Acco, Luiza Josefina Varaschin e Rosa Maria Loireiro, e o senhor Nivaldo Kruger , que é o autor do livro Palmas Paisagem e Memória.

              Como vereador proponente das Leis que concederam estes títulos, fiquei extremamente feliz, pois foi de fácil percepção para todos os presentes, a emoção e alegria dos homenageados, e tambem popr sempre acreditar que todo aquele que produz com amor e dedicação algo que contribua para o crescimento do seu semelhante como ser humano e cidadão, deve ser reconhecido, e estes titulos foram e serão um reconhecimento de Palmas para com estas pessoas ilustres e de valor incalculáveis.

Recebendo presente de Nivaldo Kriger (livro Palmas Paisagem e Memoria)

Os homenageados, Luiza, J. Varaschin, Nivaldo Kruger, Lucy S. Bortolini Nazaro, Nilo Deitos, Terezinha Acco, Rosa M. F. Loureiro e Dayse Serpa

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